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- 2012/fevereiro/13
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A grife que desenhou o vestido usado por Kate Middleton para o anúncio de seu noivado registrou um enorme aumento nas vendas.
A empresa Issa London, da estilista brasileira Daniella Helayel, disse que as vendas para a pré-coleção de outono-inverno de 2011 tinham aumentado 45% em relação ao ano anterior.
Daniela admitiu que o vestido azul escolhido por Kate aumentou a atenção sobre sua grife.
Mas ela se recusa a comentar se vai ou não desenhar o vestido da futura princesa.
“Tivemos muito mais interesse e não tenho do que reclamar”, disse ela ao jornal “The Observer” – antes do desfile da Issa na Semana de Moda de Londres.
“Tenho certeza que muito mais gente está de olho na Issa, mas eu faço o que é preciso fazer. A pressão é a mesma de sempre”.
Outras celebridades que já vestiram as roupas da Issa incluem as atrizes Scarlett Johansson e Hilary Swank.
Daniela já desenhou roupas para o próximo filme de Madonna, “WE”, que trata da socialite americana Wallis Simpson, que se casou com o príncipe Edward. Ele se tornou rei Edward 8, mas terminou renunciando ao trono para casar-se com Wallis, que era divorciada.
creditos Dani Maia
Nova geração de mulheres acima de 50 mantém as pazes com espelho
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ANNETTE SCHWARTSMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A francesa Catherine Deneuve e a brasileira Suzana Vieira, além da profissão de atriz, têm em comum a idade –67 e 68 anos, respectivamente– e a exposição na mídia. Mas qual das duas está envelhecendo melhor?
Picos de felicidade estão na infância e na velhice
Na França, ritual de beleza é tradição entre as mulheres
A antropóloga Mirian Goldenberg, 52, acha que é mais fácil envelhecer na Europa do que no Brasil, onde a cultura obriga as mulheres a parecerem mais jovens.
“As brasileiras envelhecem antes que as europeias, cultural e subjetivamente, apesar de, na aparência, serem jovens por mais tempo.”
Para a terapeuta familiar Tai Castilho, 67, a mulher mais velha no Brasil é vista como carta fora do baralho.
“Na Europa, além de haver mais respeito, as mais velhas são consideradas belas.”
| Fotomontagem | ||
Angela Vieira
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Segundo Goldenberg, nossa cultura valoriza menos a maturidade do que a jovialidade e a carne dura.
“Muitas mulheres percebem a aparência como veículo de ascensão social e como capital no mercado de trabalho, de casamento e de sexo”.
Assim, é difícil a passagem do tempo não ser entendida como perda de capital.
Ainda comparando brasileiras e europeias, Goldenberg garante que as alemãs que entrevistou para suas pesquisas não se preocupam tanto com a aparência.
Segundo a dermatologista Meire Gonzaga, 38, excluindo as francesas, que dão muita importância à estética, não se observa o mesmo nos outros países europeus.
“As alemãs não se cuidam nem quando são jovens nem quando envelhecem.”
Por aqui, a questão é outra. O Brasil é o segundo país no mundo em número de cirurgias plásticas e o terceiro consumidor de cosméticos, atrás de EUA e Japão, sem contar os tratamentos como aplicações de laser, botox, ácido hialurônico etc.
Para Gonzaga, o objetivo dos procedimentos menos invasivos não é deixar o paciente parecendo mais novo, mas atenuar linhas que deixam o rosto mais pesado.
Mas há quem não se contente com a mera suavização de sinais ou mesmo com os resultados das plásticas.
“As cirurgias têm limitações, você não consegue 100%, e sim 90%. Só que alguns pacientes não se satisfazem com 90%, e querem sempre mais e mais”, diz o cirurgião Antonio Carlos Herrmann de Andrade, 51.
“A medicina pode colocar uma prótese de 1.500 g na sua mama, mas um bom cirurgião jamais faz isso.”
Desde seu início, o monograma de status e a discrição têm sido a assinatura da Louis Vuitton, o que faz da grife a segunda casa perfeita para Marc Jacobs, um dos designers mais destemidos da atualidade, que transformou o luxo da maison francesa.
No desfile da temporada de primavera verão que aconteceu em Paris, Jacobs apostou no exagero, da cabeça aos pés, literalmente: desde as perucas afro criadas por Guido Palaus até os sapatos igualmente fantasios, como tamancos, mocassins e loafers, que sugeriam conforto ao mesmo tempo que eram adornados de forma extravagante.
Segundo o próprio Marc Jacobs, esta coleção da Louis Vuitton tinha inspiração nas mulheres viajantes, mochileiras que não se preocupam tanto com as marcas e últimas tendências da moda. Sob este tema, usou uma variedade de referências, como os anos 80, o militarismo, o streetwear, os hippies, Davy Crocket, entre outros. Toda esta mistura resultou em looks que juntavam o utilitarismo boêmio, o street inteligente e alegre e o chique.
A praticidade e o conforto, portanto, eram as palavras de ordem desta coleção, e por isso as bermudinhas estampadas e ajustadas na perna coordenadas em sobreposições foram um dos destaques da apresentação. E quer algo mais prático que o jeans? Ele apareceu no verão da Louis Vuitton, e foi considerado um dos melhores da temporada pela imprensa internacional. As peças em denim vieram alvejadas, monogramadas, coloridas e trabalhadas em retalhos de diferentes tonalidades de azul.
No entanto, Marc Jacobs não se limitou ao aspecto street do denim. Ele apresentou sarjas, jacquards, estampas e brilhos, misturando tudo e se se apropriando à vontade, combinado até mesmo um tweed com um militarismo apagado.
E é claro que não poderiam faltas as bolsas, que são ícones da Louis Vuitton. E se depender da grife, as baby bags estão com os dias contados. O acessório da marca veio grande, em couro, lona e denim, em forma de mochilas, com alças longas, à tira colo e até mesmo como pochetes, que provavelmente serão logo disputadas pelos clientes em listas de espera.
Manuela Casali Cordeiro
Equipe de Redação Portais da Moda Departamento de Moda

A obra Coca-Cola 4, pintada em 1962 por Andy Warhol (1928-1987), pai da pop art, converteu-se na principal atração da noite de ontem no leilão da Sotheby’s em Nova York. Vendida por 25,7 milhões de euros, ou 35,4 milhões de dólares. O leilão de arte contemporânea arrecadou 222 milhões de dólares. Foram comercializadas obras de Roy Lichenstein, Gerhard Richter, Jean-Michel Basquiat e Francis Bacon.
O trabalho acrílico sobre tela, em preto e branco, é um dos quatro grandiosos painéis do artista propondo o popular refrigerante norte-americano como ícone cultural do mundo contemporâneo. Há também série de gravuras sobre o tema.
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Warhol escreveu, na época, texto impagável, aqui transcrito em inglês – porque toda tradução é uma traição:
What’s great about this country is America started the tradition where the richest consumers buy essentially the same things as the poorest. You can be watching TV and see Coca-Cola, and you can know that the President drinks Coke, Liz Taylor drinks Coke, and just think, you can drink Coke, too. A Coke is a Coke and no amount of money can get you a better Coke than the one the bum on the corner is drinking. All the Cokes are the same and all the Cokes are good. Escreveu Andy Warhol, instituindo o ícone consumista e democrático, acessível a ricos e pobres.
Ao afirmar que uma Coca é uma Coca, e que todas as cocas são iguais e todas elas são boas, a consumida pelo presidente norte-americano, a bebida por Liz Taylor, ou a que se pode comprar na esquina, o artista certamente não imaginou que a sua Coke chegaria a este preço estratosférico.
Margarita Sansone( blog )